sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tie Dye vs. Dip Dye

Ao ver as tendências mais marcantes para o verão nas passarelas, o que talvez tenha mais chamado atenção seja a nova textura das roupas. E ao se falar de textura (pelo menos para mim) nada chamou mais a atenção do que a força com que veio o tie e dip dye! Aposto que ninguém jamais imaginaria que de peças chiques às mais básicas, acessórios, sapatos, roupas de banho, ganhariam um ar hippie sem perder toda a característica já vinda da peça. Entretanto, ao ver aquela peça mesclada em cores formando algo abstrato a única coisa que se imaginava era "peça hippie". Mas ao ler um pouco sobre essa nova tendência descobri que há uma diferença entre as formas de se tingir uma peça: o efeito tie dye e o efeito dip dye.


Tie Dye

Vem do “amarrar e tingir”, ou seja, a peça é mergulhada no corante amarrada – daí vem as formas estriadas que não se repetem.



Dip Dye



É feito com a roupa parcialmente inserida no corante. A cor vai “subindo” conforme o tecido absorve o produto. O resultado é um efeito degradé com diferentes nuances de cor que ganhou status de sofisticação – e o mundo da moda adotou o termo ombré para defini-lo – depois que a Prada espalhou a estampa em vestidos e acessórios na coleção de inverno 2007.


Pela volta do uso do CHAPÉU!

Se você sempre sonhou com a volta do uso de chapéus como antigamente, quando era um acessório indispensável para todo tipo de classe e raça, sinta-se aliviado pois ao que tudo indica o chapéu veio para ficar. Não como antigamente, onde as pessoas usavam exaustivamente o dia inteiro, mas para dar um up no visual e até mesmo criar um look moderníssimo e inovador. Na última temporada os chapéus foram sucesso absoluto nas passarelas internacionais. Vindos em diversos modelos (do tradicional e sempre visto modelo "caubói" ao inusitado modelo Charles Chaplin) os chapéus agradam a todos os tipos de pessoas que normalmente gostam de irreverência na hora de montar um look. Gloria Kalil afirma que nem todo mundo tem “tête à chapeaux” (cabeça apropriada para chapéus), e por este motivo dá dicas para quem quer arriscar sem errar.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Homens de ... BEGE.

Para os homens, as coisas são tão fáceis... Quando querem ficar elegantes, por exemplo, basta que vistam um terno preto bem cortado. Certo? Bem, se eles quiserem ficar iguais a todo e qualquer executivo da empresa onde trabalham, até que é uma boa idéia! Ainda bem que, entre uma passarela e outra, novas idéias de produção vêm calibrar a CVMM (capacidade de variação de moda masculina!) que há em todos eles. Ok, em quase todos. Na última temporada internacional (inverno 2009), por exemplo, marcas importantes desfilaram novas propostas. O destaque é a alfaiataria, sóbria e bem usável, toda em tons de bege. A monocromia – bege, cáqui, creme e afins usados dos pés à cabeça – se encarregou de dar o tom moderno dos visuais apresentados. De tons mais fechados (caramelos e cáquis) aos mais clarinhos (cremes), passando por matizes que se aproximam do cinza, esses neutros são elegantes e fazem a maior figura.